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Cinco Dicas Para Virar Uma Influenciadora Digital


“Você não vai dialogar o caso de que o marido da Lina (ex-Receita) foi ministro da Integração Nacional durante um ano no governo FHC? Aguardo o seu comentário! Na internet é assim sendo: o leitor cobra e pauta o blogueiro, com ponto de exclamação e tudo. Quando não é atendido, trata de revelar a história que não encontrou na vasto imprensa. Só fui ler qualquer coisa a respeito pela edição de sábado da Folha (o depoimento foi dado pela terça-feira), uma nota de apenas 7 linhas sob o título: “Passado: Marido de Lina foi ministro da Integração de Fernando Henrique”. Bem mais informações sobre isto esse personagem o leitor conseguirá descobrir aqui no Balaio nos comentários enviados nesse domingo pelo leitor Simas Mayer e no decorrer da semana por muitos outros.


Se não fossem os detalhes a respeito de as relações de Alexandre Firmino de Melo Filho com o consórcio PSDB-DEM, que começaram a pipocar pela web em diferentes sites e web sites (ver mais abaixo), ninguém ficaria sabendo da sua existência. Além das suas implicações políticas pela luta sucessória de 2010, o capítulo Lina-Dilma revela a diferença de tratamento dado ao foco na internet e pela velha mídia. “Um certo clima de euforia inconsequente toma conta de setores da blogosfera que imaginam que está em andamento o modo de tomada do poder pelos “democratizadores” da dado em explicação da permanente perda de audiência por porção dos grandes jornais”. Não conheço este clima de euforia, assim como o método de tomada de poder pelas algumas mídias, no entanto é direito que os grandes jornais estão perdendo circulação, não apenas no Brasil, contudo no universo inteiro.


Prontamente escrevi aqui mesmo no Balaio que não acho a internet culpada na “perda de audiência dos grandes jornais”, como falou Vaia. “A pergunta instigante é esta: que fariam os blogueiros comentadores sem ter o que conversar? Qual é o nome de um blog ou um web site que não esteja conectado a uma organização jornalística acordada e que tenha originado uma só dado exclusiva e significativo que tenha mexido com a ordem das coisas?


Já que ele perguntou, respondo: tem, sim. Esse Balaio por aqui, por exemplo, um site que não é ligado a nenhuma empresa jornalística definida e tem publicado entrevistas, reportagens e infos exclusivas nestes 11 meses em que está no ar. Revirar com a ordem das coisas não é meu intuito, entretanto vou oferecer 2 exemplos recentes de matérias publicadas aqui primeiro.


Na semana passada, em entrevista exclusiva com Marina Silva, o Balaio antecipou sua decisão de trocar o PT pelo PV e as linhas centrais do discurso da sua viável candidatura à presidência da República. Em menos de um ano, o único funcionário nesse site neste instante rodou mais pelo povo para fazer reportagens do que qualquer outro dos grandes jornais.


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Aécio, Ciro, Dilma e Marina. Por este web site os leitores assim como encontraram informações exclusivas a respeito do dia a dia da guerra do vice-presidente José Aelncar contra o câncer. Falo por mim, entretanto entendo que tem vários outros colegas na blogosfera fazendo o mesmo trabalho. De acordo com os números do Google, só o Balaio registra 43.500 hiperlinks de blogs de todo a nação.


Se qualquer um deles tiver só cinco leitores, de imediato fornece a circulação diária do Estadão, tendo como exemplo. O universo da fato mudou, caro Sandro Vaia, só os jornalões ainda não perceberam. Todavia concordamos num ponto do que você escreveu ao conclusão do postagem: “(…) para as sociedades abertas, pluralistas e democráticas, eles (os jornais) ainda são indispensáveis”. Cabe a quem os dirige achar o que fazer para que isso se torne realidade.


Além dos leitores do Balaio, muitos websites trataram do papel do marido de Lina Vieira no bate-boca que a envolve com a ministra Dilma Roussef. O comparsa Washington Araújo, do Rio, me chamou a atenção para o que escreveu José Sergio Rocha no website “Quem é vivo a todo o momento aparece” (olhar link e reprodução abaixo). Este tipo de comentário, que reproduzo abaixo, você não vai ver em nenhum dos jornais ou agências citados pelo Sandro Vaia em seu postagem como fornecedores únicos de matéria prima pra blogosfera. “Jabuti não sobe em árvore. Se subiu, só se alguém botou.


Quem assistiu pelo menos porção do depoimento da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, pela Comissão de Constituição e Justiça, com transmissão pela Tv Senado e Globonews, vai relembrar que um cidadão constantemente sussurrava uns bizus no ouvido da moça. Isso é normal, coisa de assessor. Só que o cara não parava quieto. Essa desejo de aparecer a cada gasto tem seu preço. No meio de uma pergunta do Mercadante, o assessor lá estava cochichando nas orelhas da Lina.


O bigodudo petista, que já estava meio enfurecido, deu-lhe um esporro, que estava atrapalhando o trabalho da comissão. Pois que é, o cara chamou tanta atenção que foram encontrar quem era. Não era assessor coisa alguma. Era o marido da Lina. Até aí, tudo bem. É que nem ao menos um velho anúncio do Gelol: não basta ser marido, precisa participar. Ou melhor, mais um episódio da novela “Como é sujo o jogo da política”. Foi, desta maneira, encenação pura aquele depoimento sobre o assunto um encontro que a depoente teria tido com Dilma Rousseff em uma data que não soube necessitar - nem ao menos hora, nem dia, nem sequer semana e nem mesmo o mês em que aconteceu.

Tags: blog

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